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terça-feira, 21 de outubro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
O GOOGLE TRADUTOR traduz sempre mal a palavra quinta
O GOOGLE TRADUTOR
traduz sempre mal a palavra quinta, devia traduzir:
[ agricultural farm (Landwirtschaftsbetrieb)
(exploitation agricole / ferme) (granja agrícola)]
domingo, 19 de outubro de 2014
4990 P0NTE DE LIMA
4990 – 388
PONTE DE LIMA é o código postal de Crasto (lat. Castrum).
Dizem que
os turcos invadiram Crasto, mas não é verdade, os turcos foram derrotados pelos
austríacos, às portas de Viena, no século XV.
Na
crítica que fez à peça popular sobre os turcos, associada à festa anual
católica ligada à capela da Cruz de Pedra, em Crasto, o crítico de teatro António Pedro revelou pouco rigor intelectual, porque não conseguiu distinguir
o teatro popular (com muitas imprecisões) das peças de teatro escritas por autores consagrados.
O
terreno pra a festa anual da capela da Cruz de Pedra era propriedade privada de
António José de Araújo (casado com Maria José Gomes), que o cedia gratuitamente, por ser um católico
conservador, inimigo da I República (era monárquico, mas não era da nobreza) e proprietário da quinta da Portela e da
outra ao lado, contígua a Sul. No seu testamento António José de Araújo não doou o agora chamado Largo da Devesa à
Igreja Católica, apenas impôs condições aos seus herdeiros, sendo uma delas
a cedência gratuita do mesmo para a realização das festas anuais da capela da
Cruz de Pedra (ceder, sem cobrar dinheiro, alguns dias por ano, não é dar).
O texto de António Matos Reis sobre a peça «Turquia» representada em Crasto (numa perspectiva oposta à do crítico de teatro António Pedro) nunca refere António Pedro (omissão muito conveniente), revela também pouca profundidade, nomeadamente por omitir as críticas de António Pedro e devido a essa omissão não ter de contraditar as duras observações do atrás referido crítico de teatro.
"Em 26 de Setembro de 1965, António Pedro, homem de teatro e de múltiplas valências, assistiu em Crasto à representação. Um mês depois, na secção "Quinta sem Muros", que assinava no "Diário Popular", escreveu o artigo "Quando Turquia
No aludido texto, António Pedro refere-se às falas das personagens: em Português, para os cristãos; em Espanhol, para os turcos. «O serem gramatical e ortoepicamente errados o português e o espanhol que eles falam (e me pareceu ser tomado pelos instigadores e patrocinadores da festa como folclórico e curiosíssimo) não é folclore, é asneira, e só prova a infeliz ignorância dos intérpretes e dos que lhes transcreveram os textos. O que é pitoresco e de outro modo significativo é a circunstância de associar às personagens más — embora turcos ou infiéis — a língua do inimigo tradicional — embora cristianíssimos — que é o castelhano. E isso é que não é asneira e é folclore».
Noutra passagem, alerta: «Como as catedrais, estas capelinhas teatrais têm vários estuques sobrepostos que lhes desfiguram a traça primitiva. Desfiguram... ou compõem. Ou são uma coisa viva como esta é (eu vi um ror de gente à chuva, sem arredar pé, a divertir-se com ela) e valem pelo que são, ou armam à reconstituição não se sabe de quê e ao folclore não se sabe como e resultam pretensiosas e disparatadas». António Pedro conclui: «Pede-se a quem de direito que não intervenha, não arranje, não melhore, nem explique o que assim tem interesse e, doutra maneira, passará a ser uma patacoada»" (In «site» «cenalusófona»)
O texto de António Matos Reis sobre a peça «Turquia» representada em Crasto (numa perspectiva oposta à do crítico de teatro António Pedro) nunca refere António Pedro (omissão muito conveniente), revela também pouca profundidade, nomeadamente por omitir as críticas de António Pedro e devido a essa omissão não ter de contraditar as duras observações do atrás referido crítico de teatro.
"Em 26 de Setembro de 1965, António Pedro, homem de teatro e de múltiplas valências, assistiu em Crasto à representação. Um mês depois, na secção "Quinta sem Muros", que assinava no "Diário Popular", escreveu o artigo "Quando Turquia
No aludido texto, António Pedro refere-se às falas das personagens: em Português, para os cristãos; em Espanhol, para os turcos. «O serem gramatical e ortoepicamente errados o português e o espanhol que eles falam (e me pareceu ser tomado pelos instigadores e patrocinadores da festa como folclórico e curiosíssimo) não é folclore, é asneira, e só prova a infeliz ignorância dos intérpretes e dos que lhes transcreveram os textos. O que é pitoresco e de outro modo significativo é a circunstância de associar às personagens más — embora turcos ou infiéis — a língua do inimigo tradicional — embora cristianíssimos — que é o castelhano. E isso é que não é asneira e é folclore».
Noutra passagem, alerta: «Como as catedrais, estas capelinhas teatrais têm vários estuques sobrepostos que lhes desfiguram a traça primitiva. Desfiguram... ou compõem. Ou são uma coisa viva como esta é (eu vi um ror de gente à chuva, sem arredar pé, a divertir-se com ela) e valem pelo que são, ou armam à reconstituição não se sabe de quê e ao folclore não se sabe como e resultam pretensiosas e disparatadas». António Pedro conclui: «Pede-se a quem de direito que não intervenha, não arranje, não melhore, nem explique o que assim tem interesse e, doutra maneira, passará a ser uma patacoada»" (In «site» «cenalusófona»)
QUINTA DA PORTELA EM CRASTO, RIBEIRA , PONTE DE LIMA
A quinta da Portela é uma quinta de Ponte de Lima (lugar de Crasto, frequesia da Ribeira conhecida também por freguesia de S. João da Ribeira), fica no vale do rio Lima, que nasce na Espanha, na Região Autónoma da Galiza).
Ponte de Lima recebeu foral em 4 de Março de 1125 da condessa Dª Teresa, a mãe de D. Afonso Henriques, o fundador do Reino de Portugal.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
ERA E É UMA QUINTA EM PONTE DE LIMA
A
quinta da Portela fica no lugar de Crasto, freguesia da Ribeira, concelho de
Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo, província do Minho, no Noroeste de Portugal.
O distrito de Viana do Castelo faz fronteira com o oceano Atlântico, a Oeste, e a Norte com a Espanha, mais objectivamente, com a Região Autónoma da Galiza, integrada no Estado da Espanha, conhecido por Reino de Espanha.
A quinta da Portela tem as paredes de uma capela da primeira metade do século XVIII (1738). Tem 6 970 m2 e vê-se muito bem da estrada nacional que liga Ponte de Lima à A3 (Porto - Braga - Valença). Fica a cerca de 500 metros da entrada para a A3.
O distrito de Viana do Castelo faz fronteira com o oceano Atlântico, a Oeste, e a Norte com a Espanha, mais objectivamente, com a Região Autónoma da Galiza, integrada no Estado da Espanha, conhecido por Reino de Espanha.
A quinta da Portela tem as paredes de uma capela da primeira metade do século XVIII (1738). Tem 6 970 m2 e vê-se muito bem da estrada nacional que liga Ponte de Lima à A3 (Porto - Braga - Valença). Fica a cerca de 500 metros da entrada para a A3.
Há
autorização do PDM para urbanização de vivendas em lotes com o mínimo de 600 m2
e o máximo de 1 000 m2.
Pode
ser vendida, por um preço justo.
A
fronteira Oeste da quinta fica a cerca de 600 (seiscentos) metros da vila de
Ponte de Lima.
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Antes dos Beatles e dos Rolling Stones, começou o triunfo planetário da música inglesa no século XX em 1901, por mérito de um compositor já conceituado na época vitoriana
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quinta-feira, 16 de outubro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
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